Peraí um pouquinho, deixa eu espanar o mofo primeiro... cof cof cof... Pronto, agora já posso continuar. Só resta saber com o que eu vou continuar, já que não tive nenhum lampejo de criatividade ultimamente. É meio despropositado, mas na falta de coisa melhor... vale escrever sobre teorias conspiratórias que chegaram aos meus ouvidos no longínquo início deste ano? Vale?! Então tá bom. A primeira diz respeito ao Lula. É do conhecimento de todos que o presidente da Venezuela, Hugo Chavez, alvo de manifestações populares marcadas pela violência, por muito pouco não foi apeado do poder pela elite econômica daquele país. Aqui, empresários do eixo São Paulo-Minas, contrariados com a vitória do sapo barbudo, entusiasmaram-se com o quase-golpe venezuelano e deixaram o plano engatilhado: se, ao assumir o governo, Lula decidisse rezar pela cartilha do PSTU e levasse o país à bancarrota, a massa de manobra espalharia o caos pelas ruas do país, a fim de provocar a queda do nosso prolixo presidente. Plano frustado. Lula decidiu ficar pianinho e manteve a popularidade em alta. Agora vamos para a segunda teoria. A despeito de toda a retórica gasta na defesa de uma solução diplomática, o governo brasileiro sabia de antemão que a invasão americana ao Iraque era inevitável. Documentos do governo americano em poder da Petrobras, obtidos através de espionagem, alertavam para o risco de um colapso no abastecimento de combustível no país. Em dez anos, não haveria mais petróleo para extrair em solo ianque e nem condições econômicas de suprir a enorme demanda. A única solução possível, controlar as reservas petrolíferas de um dos seguintes países: Arábia Saudita, Venezuela, Iraque ou Brasil. A Venezuela ainda conseguiu se safar, mas o Iraque não teve escapatória.
Até que as teorias são boas, né? A julgar pela fonte, atrevo-me a dizer que a segunda é verdadeira.
sexta-feira, agosto 29
sexta-feira, agosto 15
Contrariando a boataria corrente, devo informar que ainda estou vivo. Espero que a auspiciosa notícia sirva para acalmar o mercado e conter a alta do dólar. Já não sou muito prolífico em condições normais de tempo e temperatura, imagine quando o caldo engrossa. Foi um período deveras agradável: três dias de garganta inflamada, afônico por mais de uma semana, rinite ameaçando entrar em crise, tosse inexplicável e interminável, noites pessimamente dormidas, consultas a dois médicos em busca de um diagnóstico, raio-x, xarope dopante e vacina para alergia respiratória (hoje tem mais uma dose, sinal de braço dolorido pelos próximos dias). Como desgraça pouca é bobagem, aproveitei o embalo e obturei alguns dentes pela primeira vez na vida (como é chato ficar anestesiado, nunca imaginei). Mas acredito que o meu inferno astral esteja próximo do fim. Só sinto uma certa saudade do xarope dopante (ficava tão zonzo que não aguentava andar até a esquina). Era tomar, bater na cama e cair em sono profundo. Agora eu entendo o porquê de tanta gente ser viciada em remédio para dormir.
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